Julian Duvivier
Nasceu em 1896. Realizou quase cem filmes, desde o período mudo de Feuillade ao advento da nouvelle vague. , de Paris a Hollywood, da Alemanha à itália, Duvivier foi um diretor que não se pode deixar de lado. Antes de dirigir foi ator de teatro. Começou ganhando destaque com a entrada do cinema sonoro realizando duas obras-primas: A Bandeira (1936), e O Demônio da Argélia (Pépé-le-Moko/1937), réplica francesa de Scarface, que se servia com habilidade do charme pertubador da Casbah. Passa um período nos EUA e retorna para França para filmar um de seus melhores filmes, Pânico (Panique/1945), baseado em Simenon, com Michel Simon e Viviane romance, uma obra-prima do filme noir. Morreu trabalhando, obstinado em aperfeiçoar seu último filme, Diabolicamente Tua (Diaboliquement Vôtre/1967). Um de seus maiores admiradores foi Orson Welles.